Para quem está atravessando uma fase em que a vida pede outra forma. E ainda não sabe qual.
Há trinta anos venho ajudando pessoas e marcas a encontrarem o que queriam dizer. Texto, narrativa, posicionamento, argumento. Em algum momento, percebi que o problema raramente começava nas palavras.
Por baixo de quase toda dificuldade de se expressar, havia uma dificuldade anterior — a de reconhecer o que estava em movimento por dentro. Pessoas que não conseguiam dizer porque ainda não sabiam o que estavam vivendo. E que, sem nomear, ficavam presas em formas que já não as serviam.
A Mentoria Devir nasce desse lugar. De um modo de pensar que veio do trabalho com narrativa, mas que se aprofundou em filosofia, psicanálise, cinema, música, para chegar onde a comunicação sozinha não chega: o ponto em que alguém precisa reorganizar a própria vida antes de conseguir nomeá-la.
É um espaço de travessia. Para quem percebeu que a forma atual já não cabe, e ainda não sabe qual cabe.
A Mentoria Devir se sustenta numa arquitetura própria. Três frentes de trabalho, atravessadas por um eixo vivo que mantém tudo em movimento.
O jeito como você conta a si mesmo a sua própria história. O que essa história organiza, o que ela esconde, o que ela já não dá conta de sustentar.
A estrutura mínima que transforma o que se pensa no que se vive. O modo como decisões, gestos e ritmos se acoplam — ou não — ao que se diz querer.
A forma como você se posiciona no mundo. Cobra, decide, se expõe, entra em relação. O ponto onde o pensamento encontra o real e descobre se sustenta ou recua.
Atravessando as três, há uma quarta presença — não um pilar, mas um movimento. O que impede a estrutura de virar fórmula. O que mantém o método em movimento.
Para que esse movimento se sustente na vida real, o método não opera só nos encontros. Existe um dispositivo de pensamento construído com cada mentorado, para organizar o que se pensa entre uma conversa e outra. É onde a travessia segue acontecendo, mesmo quando ninguém está olhando.
O que vai acontecer
A travessia começa antes dos encontros, numa Conversa de Mapeamento. Uma leitura do terreno onde a pessoa está — o que pede passagem, o que está emperrado, o que já se sabe e o que ainda escapa. É nessa conversa que se decide, dos dois lados, se faz sentido seguir.
Se faz, começa o ciclo. Encontros regulares ao longo de alguns meses, em ritmo que respeita o tempo de cada um. Cada conversa abre um movimento, e entre uma e outra o trabalho continua — no dispositivo, na escrita, no que vai sendo notado no dia a dia.
O ciclo tem começo, meio e fim. Mas não tem linha de chegada nem metas. Termina quando a travessia ganha forma própria — quando a pessoa já não precisa do mentor para sustentar o que descobriu.
A Mentoria Devir é um trabalho um a um, do começo ao fim. Não tem turma, não tem aula, não tem material. Tem você, eu e o que aparecer nesse território.
Para quem quiser conhecer o modo de pensar antes de qualquer conversa, escrevo uma newsletter chamada Piquenique na Estrada. É onde esse pensamento continua acontecendo em outro registro — mais aberto, sem método, sem nome próprio.
Paradas curtas para quem está atravessando alguma coisa e quer pensar com mais cuidado.
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Fred Winkler Mentor criativo, estrategista e roteirista. Escreve sobre narrativa, cultura e os territórios de transição.
Se algo no que leu até aqui te atravessou, vale uma conversa. Sem compromisso, sem proposta fechada — só uma primeira leitura do terreno onde você está e do que pode fazer sentido a partir daí.
E para quem quer só ficar por perto, o Piquenique na Estrada segue acontecendo no Substack.